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FAQ - Frequently Asked Questions

Desintometria Óssea e Osteoporose

1 - O que é e Como Diagnosticar

2 - Fatores de Risco
3 - Medidas Preventidas
4 - A origem do CA
5 - Diagnóstico Precoce
1 - O que é e Como Diagnosticar

O câncer de mama é um dos mais frequentes em nosso meio e afeta cerca de um décimo das mulheres em toda a vida. Isto quer dizer que uma em mil das mulheres que estão à sua volta serão vítimas desta doença.

Cerca de 20% das mulheres que descobrem a doença acabam evoluindo de forma fatal, e isto ocorre principalmente quando o diagnóstico não é realizado precocemente. A cada ano que passa sem que a paciente desenvolva o câncer suas chances de morrer por causa dele diminuem drasticamente. Em termos estatísticos, no entanto o CA de mama, como é conhecido entre os médicos, é o mais frequente entre as mulheres e constitui a principal causa de morte entre 35 a 55 anos.


Em cada dez nódulos mamários encontrados, apenas um pode ser suspeito de malignidade. Por isso mesmo todos devem ser investigados com precocidade.

2 - Fatores de Risco

Fatores de risco - Os principais fatores de risco para CA de mama estão ligados à hereditariedade (genético) ou fatores ambientais, ou ainda uma combinação dos dois. Os principais são:

- Histórico familiar de CA de mama;
- Nível alto de hormônios femininos;
- Início precoce e término tardio da menstruação;
- Ter o primeiro filho após os 30 anos ou não ter.

É claro que o fato da paciente apresentar um ou mais desses fatores não significa que necessariamente irá desenvolver CA de mama; significa, isto sim, que os cuidados para evitar e/ou diagnosticar precocemente a doença deverão ser maiores.

Um histórico familiar de câncer de mama é um forte fator de risco em si, e também torna todos os outros fatores de risco potencialmente perigosos. O aumento do risco depende do grau de proximidade do parente envolvido - se a mãe têm cancer de mama, a probabilidade da filha desenvolver é 50% maior do que a população normal.

3 - Medidas Preventivas

Algumas medidas são particularmente úteis no sentido de prevenir o CA de mama. Além da já conhecida e divulgada palpação diária da mama - o auto-exame - a realização periódica de exames - como a mamografia e a ultra-sonografia - orientados pelo seu médico, podem auxiliar no diagnóstico precoce da doença.

No entanto alguns especialistas consideram que o uso de uma dieta balanceada, restrição da ingesta de álcool à níveis moderados, ter um primeiro filho mais cedo e amamentar no peito em vez de usar mamadeira são medidas que podem reduzir os fatores de risco. Apesar destas orientações serem objeto de controvérsias entre alguns especialistas, não custa tentar.

As mulheres que têm risco muito alto de desenvolver a doença devem se utilizar outros tipos de prevenção mais radicais, sempre com a orientação de especialista médico da área. O uso do tamoxifeno, por exemplo, que é uma droga hormonal complexa usada nas mulheres que já têm câncer de mama diagnosticado em uma das mamas é recomendado por vários especialistas.

Alguns serviços chegam a recomendar a mastectomia (retirada da mama) profilática (preventiva) nas mulheres com um risco considerado muito alto.

4 - A origem do CA

Pode-se afirmar que o câncer de mama não é apenas uma entidade, mas uma família. O que estas doenças têm em comum é de que, a partir de um determinado momento as células começam a crescer em número descontroladamente. Este crescimento anormal é rápido e absorve uma grande quantidade de energia do organismo. Na mama, onde o tecido é sólido, as células cancerosas de crescimento rápido produção um entumescimento ou um tumor. A grande maioria dos tumores não é maligna, não se espalha e não é fatal. Aqueles considerados malignos, no entanto, são invasivos, e se espalham para além de sua localização original, seja para dentro da gordura, músculos ou pele à sua volta, através da circulação sanguinea ou fluido linfático, por todo o corpo.

O crescimento excessivo de células ocorre em toda a vida fértil da mulher, em qualquer parte dos lobos ou ductos das mamas. Esta condição chamada pelos médicos de hiperplasia é benigna. Em alguns casos raros as, células se tornam atípicas, e podem se transformar em um câncer localizado - "CA in situ" - não invasivo. O câncer invasivo tem alto risco de se tornar invasivo. "In situ" vêm do latim e quer dizer "em seu lugar de origem".

O cancer de mama verdadeiro surge das células que revestem os ductos ou lóbulos. A forma mais frequente é chamada de carcinoma ductal, porque inicialmente pensava-se que ele surgia nos ductos. Hoje sabe-se que este câncer de fato, surge no lóbulo, podendo assumir características invasivas ou não invasivas.

Segundo as estatísticas mais recentes os carcinomas ductais invasivos constituem mais de 80% dos cânceres de mama detectados . O primeiro sintoma, geralmente é um novo nódulo duro e indefinido dentro da mama. À medida que o tumor se espalha ao longo dos ligamentos entre os lobos da mama, ele traciona (ou puxa) para dentro da pele, formando covinha característica. O mamilo pode ficar invertido, dependendo da localização do nódulo maligno.

Os chamados carcinomas lobulares invasivos são cerca de 10% dos canceres da mama, e se comportam de forma semelhante aos cânceres ductais, podendo se espalhar difusamente, ao invés de formar nódulos.

5 - Diagnóstico Precoce

Existem hoje diversos recursos utilizados pelos especialistas para diagnosticar precocemente o CA de mama, quando um nódulo é detectado. O primeiro exame é físico, parecido com o auto-exame e baseia-se na palpação sistemática de todos os quadrantes das mamas. Exames diagnósticos auxiliares são recomendados nestes casos, principalmente a mamografia, que tem boa sensibilidade para detecção de CA de mama, principalmente quando são evidenciadas alguns tipos de microcalcificações que aparecem desordenadamente na projeção do nódulo. O diagnóstico mais preciso, no entanto é feito através da colheita de amostras do tecido onde foi detectado o nódulo, seja através de biópsias, punções com agulhas, ou mais modernamente com a técnica conhecida como mamotomia, que recolhe um volume mais significativo de amostra de tecido mamário.

Tais amostras são analisadas ao microscópio e dependendo do resultado outros testes serão realizados para verificar o grau de invasão e a origem precisa do tumor.

Existem vários estágios de invasão. No I (um) a doença ainda está confinada à mama sem ou com covinha na pele; no II (dois) observa-se que os nódulos das axilas foram afetados; no III (três) este câncer já invadiu os músculos da parede do tórax, a pele acima ou possivelmente até os gânglios linfáticos situados acima da clavícula; no estágio IV (quatro) o mais avançado, o câncer já espalhou pelo corpo, podendo se localizar nos ossos, fígado ou pulmão.

(As informações apresentadas neste artigo foram obtidas em sua maior parte no livro "101 dicas essenciais - Mamas" escrito pela dra. Mirian Stopar, publicado originalmente por Dorling Kindersley Limited, Londres, e traduzido e publicado no Brasil pela Ediouro Publicações - email: info@ediouro-livros.com.br ; contém também informações da revista Lancet de maio de 2000, do livro "La Mama en Imagen" do dr. Daniel Kopanz , 1994, Editorial Marban. Colaborou com este artigo o dr. José Isper, especialista em mamografia.)

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Importante: As informações aqui contidas são genéricas e apesar de obtidas em fontes científicas confiáveis e seguras, jamais deverão ou poderão ser utlizadas para determinar ou conduzir um caso médico. Recomendamos fortemente que antes da realização de qualquer tipo de exame de diagnóstico por imagem o paciente consulte seu médico, sempre procurando obter todos os esclarecimentos sobre os eventuais benefícios ou eventuais efeitos biológicos.

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